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Futura/Apex: Flávio Bolsonaro venceria Lula no 2º turno; levantamento aponta índices de rejeição dos presidenciáveis

Pesquisa divulgada nesta terça – feira (14) revela cenário eleitoral para 2026, com vantagem do senador em eventual disputa e altos índices de rejeição entre os principais nomes.

Em meio às expectativas que já movimentam os bastidores das eleições presidenciais, uma nova pesquisa reacende o debate político no país e reflete o humor do eleitorado brasileiro. Divulgado nesta terça-feira, (14), o levantamento da Futura/Apex revela tendências, disputas acirradas e sentimentos que ajudam a desenhar o cenário da corrida ao Palácio do Planalto.

Segundo o estudo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno. O parlamentar aparece com 48% das intenções de voto, enquanto o atual chefe do Executivo soma 42,6%.

Cenário de segundo turno

Os números evidenciam uma disputa polarizada e indicam que o cenário político brasileiro permanece marcado por forte divisão entre os eleitores. O resultado reforça o peso das lideranças nacionais e aponta para uma corrida eleitoral competitiva e estratégica.

A pesquisa foi realizada pelo instituto Futura/Apex e divulgada em 14 de abril, consolidando-se como um dos primeiros retratos das projeções para o pleito presidencial.

Índices de rejeição dos candidatos

Além das intenções de voto, o levantamento também mediu a rejeição dos possíveis presidenciáveis. De acordo com os dados, 46,4% dos eleitores afirmaram que não votariam em Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 44,4% declararam rejeitar a candidatura de Flávio Bolsonaro.

Outros nomes também foram avaliados. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad aparece com 28,5% de rejeição. Na sequência, surgem o ex-deputado Cabo Daciolo, com 15,6%, e o governador de Minas Gerais Romeu Zema, com 13,9%.

O levantamento também aponta os índices de rejeição do governador de Goiás Ronaldo Caiado, com 13,4%; do fundador do Movimento Brasil Livre, Renan Santos, com 10,8%; do ex-ministro Aldo Rebelo, com 9,9%; e do escritor Augusto Cury, com 8,8%.

Entre os entrevistados, 3,3% afirmaram rejeitar todos os candidatos, enquanto 2,9% não souberam ou preferiram não responder. Apenas 0,7% disseram não rejeitar nenhum nome.

Metodologia da pesquisa

O levantamento ouviu 2.000 eleitores em todo o país entre os dias 7 e 11 de abril, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08282/2026.

Mais do que números, os dados revelam sentimentos, expectativas e incertezas que ecoam em cada canto do Brasil. Em um país onde a democracia se fortalece pelo voto, compreender o cenário político é essencial para que os eleitores façam escolhas conscientes e construam, com responsabilidade e esperança, os rumos do futuro nacional.

Texto: Daniela Castelo Branco

Foto: Divulgação/CNN Brasil

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