Caso aconteceu durante a madrugada desta quinta-feira (11), após mulher de 23 anos se desentender com orientações da unidade e provocar tumulto que interrompeu o fluxo de atendimentos.
Em unidades de saúde, cada minuto costuma carregar ansiedade, preocupação e esperança para quem aguarda atendimento. Por isso, quando situações de conflito interrompem esse fluxo, o impacto acaba sendo sentido não apenas pelos envolvidos, mas também por dezenas de pessoas que dependem daquele serviço naquele momento.
Foi o que aconteceu na madrugada desta quinta-feira (11), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Sul, em Porto Velho. Uma jovem de 23 anos foi presa após provocar tumulto dentro da unidade e interferir no atendimento de pacientes que aguardavam assistência médica.
Entenda o que aconteceu
Segundo as informações registradas, o caso ocorreu por volta das 2h30, na unidade localizada na avenida Jatuarana.
A jovem teria se exaltado após ser impedida de entrar na sala de atendimento médico para acompanhar o irmão. Diante da negativa, houve um princípio de confusão dentro da unidade.
Durante o episódio, conforme relato registrado, ela teria chutado uma lixeira e causado transtornos no funcionamento do atendimento aos demais pacientes que estavam no local.
Atendimento foi impactado e caso teve registro interno
Com o aumento da confusão, equipes presentes precisaram intervir na situação.
A mulher acabou sendo presa e conduzida diante dos fatos registrados no local.
Uma funcionária da unidade informou ainda que toda a ocorrência foi registrada pelas câmeras de monitoramento da UPA e que as imagens podem ser acessadas mediante solicitação junto à administração da unidade.
Quando a tensão encontra um ambiente de cuidado
Ambientes de urgência e emergência costumam reunir emoções intensas, especialmente quando familiares enfrentam momentos de preocupação e espera. Ainda assim, manter o equilíbrio nesses espaços é parte essencial para garantir que o atendimento aconteça com segurança e respeito para todos. Em locais onde cada atendimento pode fazer diferença, preservar o cuidado coletivo também se torna uma forma de cuidar de quem mais precisa.
Texto: Daniela Castelo Branco
Foto: Divulgação













