Homem de 33 anos foi executado enquanto estava com familiares e amigos; irmão foi baleado e levado ao hospital.
Uma noite comum, de conversa e bebida entre familiares e amigos, terminou de forma brutal e irreversível. Um ataque a tiros em um bar da zona leste interrompeu vidas, espalhou pânico e deixou marcas profundas em quem estava no local. A violência chegou sem aviso, transformando minutos de descontração em cenas de desespero e morte.
Ueverton Reis de Carvalho, de 33 anos, estava sentado à mesa com a esposa, o irmão e amigos quando o crime aconteceu, na noite desta terça-feira (3), no cruzamento da Avenida Caula com a Rua Gregório de Matos, no bairro Escola de Polícia.
Execução repentina em meio ao público
De acordo com as informações apuradas, um homem encapuzado se aproximou do grupo e, sem dizer uma palavra, sacou uma pistola e efetuou vários disparos em direção às vítimas. Após o ataque, o suspeito entrou em um carro de cor escura e fugiu em direção à Rua Humaitá.
Mesmo ferido por vários tiros, Ueverton ainda tentou correr, mas caiu poucos metros à frente e morreu no local, antes de receber socorro.
Irmão ferido e atendimento de emergência
O irmão da vítima também foi atingido, com disparos no braço, na mão e na região da barriga. Ele foi socorrido por uma equipe do Samu e encaminhado em estado grave ao Hospital João Paulo II, onde permanece sob cuidados médicos.
Ação policial e investigações
Durante as buscas, a Polícia Militar apreendeu um veículo modelo Ford Ka, de cor preta, que teria sido flagrado por câmeras de segurança passando pelo local no momento do crime. O carro pode ter ligação direta com a fuga do atirador.
O caso passou a ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, que trabalha para identificar o autor do ataque e esclarecer a motivação do crime.
Mais uma vez, a violência invade espaços cotidianos e deixa um rastro de dor, interrompendo histórias e abalando famílias inteiras. Em meio a mesas vazias e copos esquecidos, fica a sensação de que a banalização da morte segue cobrando um preço alto demais, enquanto a cidade tenta compreender mais um episódio que jamais deveria ter acontecido.
Texto: Daniela Castelo Branco
Foto: Divulgação/PVH Notícias













