Home / Politica / Confúcio Moura diz não gostar de comunismo, afirma respeito por Bolsonaro e rejeitar extremismos

Confúcio Moura diz não gostar de comunismo, afirma respeito por Bolsonaro e rejeitar extremismos

Senador defende diálogo, equilíbrio político e uma atuação voltada às necessidades reais da população

No Brasil de hoje, onde a polarização parece engolir conversas e emoções, ouvir um político falar com serenidade e clareza corta o ruído e nos toca. Foi esse o clima que o senador Confúcio Moura (MDB-RO) trouxe ao abordar, de forma franca e humana, sua relação com diferentes visões políticas e a maneira como conduz sua trajetória pública, enfatizando respeito, realismo e equilíbrio num momento em que muitos clamam por menos radicalismos. 

A declaração do senador acontece em uma publicação recente no seu perfil no instagram, reforçando não apoiar extremismos ideológicos.

Uma postura além dos rótulos

Confúcio, que é parte da bancada federal de Rondônia e figura conhecida no cenário político nacional, foi enfático ao dizer que não se identifica com o comunismo, termo que usou para marcar sua distância desse espectro ideológico. Ao mesmo tempo, fez questão de lembrar uma parte importante de sua história: a convivência respeitosa com o ex-presidente Jair Bolsonaro, com quem foi colega de Parlamento por uma década e dividiu gabinete. “Tenho o maior respeito por ele também”, afirmou, resgatando uma convivência baseada em civilidade e cooperação institucional.

A política como ponte, não como trincheira

Ao longo de suas declarações, o senador traçou um perfil de atuação pautado pelo diálogo e pela busca de soluções concretas para o cotidiano das pessoas; longe de confrontos vazios ou embates pessoais. Ele deixou claro que repudia extremismos de qualquer lado: “Eu só não gosto de extremismo… nem dos extremos de esquerda, nem dos de direita”, disse, explicando que prefere debates centrados nas necessidades que surgem na vida real das comunidades que representa. 

Confúcio também detalhou seu modo de estar no Senado, frisando que não se envolve em bate-boca e que seu foco é ouvir e agir sobre questões práticas, mais do que alimentar disputas acaloradas. “Meu trabalho é falar das necessidades. O que precisa ser feito? Aí eu estou presente”, declarou, chamando atenção para a importância de uma política que serve às pessoas e não ao barulho político.

Desafio e reflexão

O que fica desse posicionamento é mais do que uma declaração de intenções: é um convite para refletirmos sobre o papel da política em nossas vidas, sobre como romper o ciclo de antagonismos e redescobrir a convivência respeitosa entre visões diversas. Num tempo em que corações e mentes estão cansados de extremos, ouvir um senador falar abertamente sobre respeito, diálogo e responsabilidade institucional nos lembra que a política pode e deve  ser um campo de construção, não de destruição. 

Texto: Daniela Castelo Branco

Foto: Reprodução/Instagram

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *