Assalto à mão armada terminou com perseguição policial e apreensão de pistola 9 mm na capital.
A noite que parecia comum virou cena de tensão em segundos. Parado em um semáforo, um motorista foi surpreendido por um criminoso armado, que anunciou o assalto com frieza e fugiu levando o carro e o celular da vítima. O medo durou pouco: a resposta da Polícia Militar foi rápida e a fuga terminou com prisão e apreensão de uma arma de uso restrito.
O roubo aconteceu no cruzamento das avenidas Almirante Barroso com Rafael Vaz e Silva, no bairro Nossa Senhora das Graças. Armado com uma pistola, o suspeito rendeu a vítima ainda com o sinal fechado e saiu em alta velocidade, deixando para trás o choque e o prejuízo.
Rastreamento levou à perseguição
Durante patrulhamento, policiais do 5º Batalhão da PM receberam a informação de que o celular roubado estava sendo rastreado. O sinal indicava que o aparelho seguia junto com o veículo levado no assalto, um Volkswagen Fox prata.
Com base nos dados, a equipe localizou o carro circulando pela região e iniciou uma perseguição com sinais sonoros. A fuga terminou na rua Aruba, no bairro Tancredo Neves, quando o condutor obedeceu à ordem de parada.
Arma, munição e confissão
Na abordagem, os policiais encontraram na cintura do criminoso uma pistola calibre 9 mm com numeração suprimida, carregada com 17 munições. Dentro do veículo estavam o celular da vítima, R$ 25 em dinheiro e duas chaves de residência.
O suspeito confessou o crime e disse que pretendia esconder o carro na zona Leste da cidade, numa tentativa de despistar a polícia.
Mandado de prisão em aberto
Identificado como Rian S.C., o homem tinha contra si um mandado de prisão em aberto expedido pela 1ª Vara do Tribunal do Júri, com validade até dezembro de 2045. A vítima reconheceu o autor do assalto, reforçando os indícios reunidos pelos policiais.
O criminoso foi preso e encaminhado ao Departamento de Flagrantes, onde ficou à disposição da Justiça.
Em meio à violência cotidiana, casos como esse mostram o quanto segundos podem separar o medo do alívio. Para a vítima, fica o trauma; para a sociedade, o alerta permanente. Já a prisão rápida reforça a importância da ação integrada, do rastreamento e da resposta imediata para impedir que crimes armados sigam colocando vidas em risco.
Texto: Daniela Castelo Branco
Foto: Divulgação/Rondoniagora













