Ministro afirma que congresso pode redimensionar penas, mas defende julgamentos ainda em 2025.
O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, afirmou não concordar com a possibilidade de anistiar os envolvidos nos atos do 8 de janeiro, porque, segundo ele, anistia é perdão, e o que aconteceu é imperdoável.
Ainda segundo o ministro, o Supremo aplicou a legislação editada pelo Congresso nos julgamentos do 8 de janeiro. A solução para quem acha que as penas foram excessivas, é uma mudança na Lei. E segundo ele, não é caso para anistia.
Barroso afirma ainda não se importar com a pressão sobre o Supremo para reavaliar as penas dos envolvidos.
Sobre o projeto de anistia na Câmara dos Deputados, o ministro declarou estar aberto ao diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, mas ressaltou que o tema ainda não foi discutido por eles.
Para evitar a coincidência entre o julgamento dos envolvidos e o período eleitoral, Barroso indicou que o ideal seria finalizar as decisões ainda em 2025.
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Por: Redação
Foto: Divulgação












