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Pesquisa aponta Tarcísio como nome da direita com menor rejeição entre eleitores

Levantamento do Paraná Pesquisas mostra governador de São Paulo à frente de Michelle e Flávio Bolsonaro em potencial de aceitação.

Uma nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Paraná Pesquisas revelou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o nome com menor rejeição entre os possíveis candidatos da direita à Presidência da República em 2026. O levantamento o coloca à frente da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ambos cotados como alternativas do campo bolsonarista.

Tarcísio lidera em menor rejeição nacional

De acordo com o estudo, 38,8% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Tarcísio “de jeito nenhum” para presidente: índice bem inferior ao de Flávio Bolsonaro (51,8%) e de Michelle Bolsonaro (47,9%).

O levantamento também avaliou outros nomes de peso no cenário político. Jair Bolsonaro (PL), apesar de estar inelegível, foi incluído entre os potenciais candidatos e registrou 50% de rejeição, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcou 48,6%.

Amostra e metodologia da pesquisa

A sondagem ouviu 2.020 eleitores em 164 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 6 e 10 de novembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Os entrevistados responderam a cinco opções sobre cada nome testado:

  • Com certeza votaria nele(a) para Presidente do Brasil
  • Poderia votar nele(a) para Presidente do Brasil
  • Não votaria nele(a) de jeito nenhum
  • Não o(a) conhece suficientemente para opinar
  • Não sabe/não opinou

Direita busca novo nome para 2026

O resultado reforça a posição de Tarcísio como alternativa competitiva dentro da direita, num momento em que o grupo ainda tenta definir qual será sua principal liderança nacional para 2026.

A pesquisa indica que, embora figuras ligadas ao ex-presidente Bolsonaro mantenham força junto a parte do eleitorado conservador, o governador paulista desponta como o nome de menor rejeição e potencial de diálogo mais amplo: um fator que pode pesar nas estratégias eleitorais nos próximos meses.

Texto: Daniela Castelo Branco

Foto: Divulgação/Estadão Conteúdo – Agência Senado

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