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PGR reage com indignação e defende Moraes após sanção dos EUA

Manifestação reforça crise diplomática e expõe tensão entre Judiciário brasileiro e governo Trump.

Nota oficial denuncia “afronta à soberania”
A Procuradoria-Geral da República (PGR) elevou o tom ao reagir à decisão dos Estados Unidos de sancionar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota divulgada nesta quarta-feira (30), o órgão afirmou receber com “assombro” a aplicação da Lei Magnitsky pelo governo de Donald Trump, que impõe restrições econômicas e diplomáticas ao magistrado e a pessoas próximas.

Mais do que expressar surpresa, a manifestação da PGR é um ato de defesa institucional. O órgão declarou solidariedade a Moraes, ao STF e a todo o Judiciário brasileiro, reforçando o reconhecimento à “exatidão técnica” das decisões da Corte: um recado de que vê a sanção como uma afronta à soberania do país.

O episódio adiciona combustível a uma crise diplomática já em ebulição. A medida de Trump ocorre em meio às críticas ao papel de Moraes na condução de investigações sobre ataques à democracia e disseminação de fake news no Brasil.

Veja a nota abaixo:

“A Procuradoria-Geral da República recebe com assombro a notícia da imposição por Estado estrangeiro de sanção ao eminente Ministro Alexandre de Moraes em decorrência do desempenho de suas funções jurisdicionais. Manifesta solidariedade ao Ministro, ao Supremo Tribunal Federal e ao Judiciário brasileiro. Renova o reconhecimento da exatidão técnica das deliberações do Supremo Tribunal Federal e dos seus integrantes.

Texto: Daniela Castelo Branco

Foto: Divulgação

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