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 Taxista é preso após tentar atirar contra colega em estacionamento de shopping

Discussão em ponto de táxi terminou com suspeito sacando pistola e pressionando o gatilho várias vezes no IG Shopping, em Porto Velho.

Uma discussão entre colegas de trabalho terminou em tensão e medo na tarde de sábado (7), no estacionamento do IG Shopping. O que começou como um desentendimento entre taxistas quase se transformou em tragédia quando um deles sacou uma arma e tentou atirar contra o outro.

De acordo com a Polícia Militar de Rondônia, o suspeito, identificado como Valdeci S., apontou uma pistola para um colega de profissão e pressionou o gatilho diversas vezes. Apesar da tentativa, nenhum disparo foi efetuado.

Discussão começou no ponto de táxi         

Segundo relato da vítima aos policiais, o desentendimento começou no ponto de táxi do shopping. O suspeito teria saído do veículo e passado a encarar o colega de forma insistente.

A vítima decidiu questionar o motivo de Valdeci estar, há alguns dias, tirando fotos e gravando vídeos dele. Foi nesse momento que a situação teria escalado.

Durante a discussão, conforme o depoimento, o suspeito teria reagido com a frase “não vem não”, sacado a arma da cintura e apontado em direção ao outro taxista. Em seguida, pressionou o gatilho várias vezes, mas a arma não disparou.

Temendo ser atingida, a vítima correu do local e acionou a polícia.

Suspeito foi localizado em casa

Equipes do 5º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia iniciaram buscas após receberem a informação de que o suspeito estaria em uma residência na rua Aruba, no bairro Socialista, em Porto Velho.

Os policiais foram até o endereço e encontraram Valdeci S. Durante a abordagem, ele confirmou que possuía uma arma de fogo e apresentou o registro.

O próprio taxista autorizou a entrada dos policiais na casa e informou que a pistola estava no quarto, sobre a cama.

Arma e munições apreendidas

No local, os policiais encontraram uma pistola calibre 9 mm da marca Taurus, acompanhada de um carregador com 11 munições intactas. No momento da verificação, não havia munição na câmara da arma.

Diante do relato da vítima e da tentativa de disparo, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido ao Departamento de Flagrantes de Porto Velho.

O episódio deixou colegas de trabalho e frequentadores do local assustados. Em poucos segundos, uma discussão comum poderia ter terminado em uma tragédia irreversível; lembrando como conflitos cotidianos, quando atravessados pela violência, podem mudar destinos e marcar vidas para sempre.

Texto: Daniela Castelo Branco

Foto: Divulgação

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