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Polícia Civil resgata menina de 12 anos desaparecida em Rondônia e prende suspeito de estupro

Ação rápida das equipes garantiu a localização da adolescente e a prisão do homem que a acompanhava.

Quando uma mãe chega à delegacia em desespero, cada minuto pesa. Foi assim no último domingo (23), quando a mãe de uma adolescente de apenas 12 anos pediu ajuda urgente à Polícia Civil de Rondônia após a filha desaparecer. Era o início de uma mobilização que mostraria, poucas horas depois, a força e a agilidade das equipes especializadas no combate à violência contra crianças e adolescentes.

Equipes entram em ação

Diante da gravidade do caso, policiais do Serviço de Investigação e Capturas (SEVIC), da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), deram início imediato às buscas. Informações foram cruzadas, diligências realizadas e nenhuma possibilidade foi descartada. O objetivo era um só: encontrar a menina antes que o pior acontecesse.

Suspeito é localizado e preso

Após horas de trabalho contínuo, os agentes conseguiram localizar a adolescente e identificar o homem que estava com ela. Durante a abordagem, a equipe confirmou elementos que apontavam para o crime de estupro de vulnerável. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi levado à delegacia, onde seguem os procedimentos legais.

A menina, em choque, foi acolhida pela polícia, encaminhada para atendimento especializado e reencontrou a família sob acompanhamento das autoridades competentes.

Compromisso com a proteção da infância

O caso reforça uma realidade dura: crimes sexuais contra crianças e adolescentes seguem acontecendo todos os dias, muitas vezes em silêncio. Mas mostra também que o trabalho sério e coordenado das forças de segurança pode ser decisivo para salvar vidas e garantir justiça.

A Polícia Civil de Rondônia afirmou que seguirá firme no enfrentamento desses crimes, reforçando seu papel de defesa da dignidade humana e proteção dos mais vulneráveis.

No fim, fica a reflexão: enquanto parte da sociedade ainda escolhe olhar para o lado, o que salva crianças é justamente o contrário: atenção, ação rápida e coragem para romper o silêncio. Que essa história sirva de alerta, mas também de esperança.

Texto: Daniela Castelo Branco

Foto: Divulgação/PC -RO

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