Idosa já tinha medida protetiva contra o filho, que invadiu a casa, agrediu e resistiu à ação da Polícia Militar.
O que deveria ser um lar de proteção e cuidado voltou a se transformar em cenário de medo e violência. Uma idosa de 75 anos precisou pedir ajuda à Polícia Militar na tarde deste domingo (07), após ser novamente ameaçada pelo próprio filho, um apenado que já estava sendo monitorado pela Justiça. O caso aconteceu na região central da cidade e deixou a vítima em estado de grande abalo emocional.
Segundo as informações apuradas, o homem invadiu a residência depois de quebrar o cadeado do portão e passou a agir de forma agressiva, proferindo ofensas e ameaças contra a mãe. Temendo novas agressões, a idosa conseguiu acionar a polícia.
Tentativa de ataque e resistência à prisão
Quando a guarnição chegou ao local, o suspeito se recusou a obedecer às ordens policiais e tentou resistir à abordagem. Em meio à confusão, ele correu até a cozinha e tentou pegar um objeto para atacar a equipe, chegando a quebrar um copo de vidro. Durante a tentativa de contenção, o homem escorregou, caiu e sofreu um corte na cabeça.
Histórico de violência e medida protetiva
O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro, e o suspeito recebeu sutura no pronto atendimento. A idosa já possui medida protetiva contra o filho justamente por conta do histórico de violência doméstica. Mesmo assim, ele voltou a descumprir a determinação judicial.
Encaminhamento ao Departamento de Flagrantes
Após o atendimento médico, o apenado foi encaminhado ao Departamento de Flagrantes, onde ficou à disposição da Justiça. De acordo com a polícia, ele possui diversas passagens, inclusive por descumprimento de medida protetiva.
Mais uma vez, a violência ultrapassou os muros da rua e rompeu o último elo que deveria existir dentro de uma família: o cuidado entre mãe e filho. O caso reacende um alerta doloroso sobre a proteção aos idosos, o cumprimento efetivo das medidas judiciais e a urgência de políticas que preservem vidas antes que a tragédia seja irreversível.
Texto: Daniela Castelo Branco
Foto: Divulgação/Portal de Rondônia













