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Mulher é esfaqueada e luta pela vida após ataque violento na região central

Vítima de 33 anos foi encontrada ferida após caminhar pelas ruas pedindo socorro; caso aconteceu na madrugada de 25 de março.

A madrugada desta quarta-feira (25) foi marcada por uma cena de desespero e dor. Ferida e lutando contra o próprio corpo, uma mulher de 33 anos percorreu ruas da região central em busca de ajuda, após ser brutalmente atacada com golpes de faca. O que se viu foi um retrato cruel da violência que ainda assombra o cotidiano.

A Polícia Militar foi acionada após moradores relatarem gritos por socorro vindos de áreas próximas ao porto de desembarque do Expresso do Rio Madeira. Testemunhas contaram que ouviram pedidos desesperados de ajuda e, pouco depois, viram a vítima caminhando pela via, visivelmente ferida.

Cenário de violência e marcas do crime

Ao chegarem ao local indicado, os policiais encontraram uma grande quantidade de sangue nos fundos de um quintal, levantando a suspeita de que a agressão tenha começado ali. No entanto, a mulher já não estava mais no local.

Durante as buscas, a vítima foi localizada caída na rua Rio Machado, no bairro Triângulo, com diversas perfurações pelo corpo. Os golpes atingiram regiões sensíveis como pescoço, braços, abdômen e costas, evidenciando a brutalidade do ataque.

Socorro rápido e estado grave

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência prestou os primeiros atendimentos ainda no local e encaminhou a mulher ao Hospital João Paulo II. O estado de saúde foi considerado grave, principalmente pela quantidade de ferimentos e pelas áreas atingidas.

Autor segue desconhecido

Apesar das diligências realizadas pela Polícia Militar na região, nenhum suspeito foi localizado até o momento. O caso deve ser investigado para esclarecer as circunstâncias e a motivação do crime.

Em meio ao silêncio que fica após a violência, resta a imagem de uma mulher que, mesmo gravemente ferida, encontrou forças para pedir ajuda. Um grito que ecoa não só por socorro, mas também por respostas e por justiça.

Texto: Daniela Castelo Branco

Foto: Divulgação/Rondoniagora

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