Manoel Pereira dos Santos, de 51 anos, ficou gravemente ferido após bater contra um carro e não resistiu aos ferimentos.
Uma noite que começou como tantas outras terminou em tragédia para Manoel Pereira dos Santos, de 51 anos. O motociclista ficou gravemente ferido após se envolver em um acidente na Zona Leste de Porto Velho e morreu horas depois, já no hospital, apesar dos esforços da equipe médica.
A batida aconteceu por volta das 23h deste domingo (7), no cruzamento das ruas Inácio Mendes e Amador dos Reis, no bairro JK. Manoel foi socorrido em estado gravíssimo e levado ao pronto-socorro João Paulo II, onde permaneceu internado durante a madrugada.
Motociclista bateu contra carro
De acordo com as informações iniciais, Manoel seguia de motocicleta pela rua Inácio Mendes quando teria invadido a preferencial no cruzamento com a rua Amador dos Reis.
No momento da travessia, ele acabou atingindo um carro que seguia pela via preferencial. O impacto foi violento e provocou graves ferimentos no motociclista.
Motorista ficou presa no veículo
A força da colisão também deixou a motorista do carro presa dentro do veículo. Com a pancada, a lataria ficou deformada e dificultou a retirada da mulher.
Ela foi retirada do automóvel e também recebeu atendimento após o acidente. Não foram divulgadas informações sobre a gravidade dos ferimentos sofridos por ela.
Morte aconteceu horas depois
Manoel deu entrada no pronto-socorro João Paulo II em estado gravíssimo, mas não resistiu. Ele morreu na manhã desta segunda-feira (8), poucas horas depois de ser hospitalizado.
A morte transforma o que já havia sido um grave acidente em mais uma história marcada pela violência no trânsito, deixando para trás familiares e pessoas próximas que agora enfrentam a dor de uma perda repentina.
Em poucos segundos, um cruzamento se transformou em cenário de tragédia e interrompeu a vida de um homem de 51 anos. O acidente reforça, mais uma vez, como a atenção e o respeito à sinalização podem fazer toda a diferença quando cada decisão no trânsito pode significar a diferença entre chegar em casa ou não voltar mais.
Texto: Daniela Castelo Branco
Foto: Divulgação/Rondoniagora













